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Oficina de escrita Trëma (Janeiro)

por Pantapuff, em 26.01.13

Foi hoje a primeira sessão da Oficina de Escrita organizada pelo Rogério Ribeiro e Luís Filipe Silva.
Dos alunos presentes só não conhecia dois, todos os outros são já caras familiares. Hoje, por ser o primeiro dia tivémos apenas duas horas de introdução em que nos apresentámos e recebemos também uma série de informações que nos vão dar jeito durante os próximos meses.
Já temos trabalho de casa, um conto para Fevereiro que só será escrito um par de dias antes da entrega e vai ser à rasca por causa da defesa da tese. Uma coisa de cada vez e a que dá o canudo tem prioridade.
Uma coisa gira que eu não sabia é que quase metade da equipa da Lusitânia foi lá parar xD 

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publicado às 23:05

Os Anos de Ouro da Pulp Fiction Portuguesa

por Pantapuff, em 14.01.13

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 Título: Os Anos de Ouro da Pulp Fiction Portuguesa

Organização: Luís Filipe Silva
Editora: Saída de Emergência 

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Este menino foi uma prendinha de Natal adiantada que me veio parar às mãos no Fórum Fantástico. Estava muito feliz e contente  até porque achei interessante a ideia da antologia, mas agora que li tudo estou triste porque nem o tio Barreiros me safou...
De uma forma geral é uma antologia que não deixa um grande impacto ou sobressai no meio das restantes leituras. Isto é, de uma coisa vou lembrar-me eternamente: do quão atrofiada fiquei com a paginação. Se querem manter dois tipos de numeração de páginas então que o façam de forma mais inteligente porque saltar do 56 para o 21 é chatinho...

Gostei particularmente da segunda parte do conto A expedição dos mortos (Joachim Hunot), Valente (Fausto Boamorte) e Noites Brancas (Ana Sofia Casaca). 
Tudo o resto cai facilmente no esquecimento. Ainda assim a ideia da antologia é gira, mas não me convenceu... 

Sinopse: Poucos o sabem, mas a literatura de pulp fiction, que marcou toda a cultura popular dos EUA na primeira metade do século XX, também esteve presente em Portugal, e em força.
Houve um tempo em que heróis mascarados corriam as ruas de Lisboa à cata de criminosos; em que navegadores quinhentistas descobriam cidades submersas e tecnologias avançadas; em que espiões nazis conduziam experiências secretas no Alentejo; em que detectives privados esmurrados pela vida se sacrificavam em prol de uma curvilínea dama; em que bárbaros sanguinários combatiam feitiçaria na companhia de amazonas seminuas; em que era preciso salvar os colonos das estações espaciais de nome português; em que seres das profundezas da Terra e do Tempo despertavam do torpor milenário ao largo de Cascais; em que Portugal sofria constantes ataques de inimigos externos ou ameaças cósmicas que prometiam destruí-lo em poucas páginas, antes de voltar tudo à normalidade aquando do último parágrafo.

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publicado às 23:24

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 Título: Mensageiros das Estrelas - Antologia de Contos de Ficção Científica e Fantástico

Org.: Adelaide Meira Serras, Duarte Patarra e Octávio dos Santos
Ed.: Fronteira do Caos Editores

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Uma antologia com vários contos em que só posso falar dos menos maus ou razoáveis. Nem um excede as expectativas ou é extraordinário. Depois do Lisboa no Ano 2000 o Mensageiros das Estrelas é um banho de água fria.
A primeira parte "Alameda da Universalidade" é a que tem mais qualidade sendo que o texto que mais se destaca é o "aventura borgiana: uma sinopse avançada" da autoria de Nuno Fonseca, o "tour de main" de Maria de Menezes que nos mostra uma Cinderela muito ao estilo de uma mulher despachada do século XXI e "as crianças nunca mentem" de Cristina Flora.
A segunda parte "A todo o vapor" contém um conto de Luis Filipe Silva "in falsetto" que apesar de muito interessante achei algo longo e tem um final previsível.
A terceira parte "A República nunca existiu" leva-me a temer a antologia que tem o mesmo título, porque de todos os contos nesta parte só um é que é aproveitável "premonição" (de Ana Cristina Luz) e é porque é o que mais se afasta de todos os outros.
Quanto à "Época de Apocalipses"... nem um me prendeu... 
Resumindo e concluindo: preciso de um livro bom para terminar o ano feliz.

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publicado às 16:29



Alexandra Rolo | Pantapuff

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Nascida em 1989, em Lisboa e com uma infância marcada por demasiados filmes de ficção científica é formada em História Moderna e Contemporânea (ISCTE-IUL), História Religiosa (FLUL) e Gestão Cultural (ISCTE-IUL). Conhecida online enquanto Pantapuff, é blogger desde 2005 e tem colaborado em diversos projectos online, normalmente ligados às áreas da literatura (fantástica e FC) e da internet. Hoje faz do online a sua vida, trabalhando como gestora de redes sociais. Youtuber, bookworm, cosplayer, nerd, Potterhead e Whovian assumida é normalmente vista de phones, telemóvel, iPad e Kindle. O seu maior medo é ficar sem bateria ou perder o acesso à internet.


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