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Folha em Branco

Folha em Branco

Seg | 12.04.10

Amor

Todos sabem o que é, ou pelo menos já ouviram falar do "can't eat, can't breath, can't sleep..."

Amor é uma palavra forte que vejo cada vez mais banalizada e usada assim sem mais nem menos.

Talvez seja o meu lado romântico que pra'qui anda de vez em quando, mas quando se diz: "Amo-te" tem um significado forte, não é algo que se diz após o primeiro olá.

Digo isto porque vejo, muitas vezes pelo meu msn, algumas miúdas (entre os 14 e os 16 anos) que cada vez que trocam de namorado só mudam o nome que está à frente do "amo-te" no espaço da mensagem pessoal.

Pergunto, mas isso é amor? São namoricos que duram dias, se não forem escassas horas. Porquê dizer "amo-te"?

Será que a palavra amor mudou de significado e eu não me apercebi?

O que aconteceu ao dizer que amamos outra pessoa quando isso de facto acontece? E não porque achamos que o gajo (a) é 'muita' giro (a).

Porque é que isto aconteceu? Será que é o amor a evoluir ou sou eu que sou antiquada nestas coisas?

Porque é que a palavra AMO-TE está tão banalizada?

Sex | 09.04.10

Colóquio - Vozes da Revolução

 

 

 

Este ano realiza-se mais um Vozes da Revolução no ISCTE-IUL, desta vez sobre a Guerra Colonial e Descolonização.

O colóquio realizar-se-à nos dias 15 e 16 de Abril no auditório B203 do Edifício II.

Está dividido em quatro partes (duas manhãs e duas tardes) e terá transmissão na internet (só ainda não sei onde, mas depois aviso).

O Vozes da Revolução está a ser organizado pela Prof. Dra. Ana Mouta Faria, docente do ISCTE-IUL e contará com várias pessoas desde políticos, professores, militares,...

 

O primeiro bloco intitula-se: Novas Investigações: Guerra Colonial, Descolonização e Estudos Pós-coloniais que será moderado por Sónia Vespeira de Almeida (CRIA, FCSH-UNL). O segundo é: A Guerra Colonial, moderado por Pedro Lauret (A25A), o terceiro: Descolonização e o processo político português moderado por Maria Inácia Rezola (IHC, FCSH-UNL; ESCS) e o último é composto por Testemunhos moderado por Luísa Tiago de Oliveira (CEHCP-ISCTE-IUL).

 

Para mais informações sobre os intervenientes podem consultar o folheto informativo que se encontra aqui.

Sex | 09.04.10

Actualizações

Se forem ao meu site podem ver algumas diferenças.

Para começar não existe um poema por página, mas sim 10 em cada uma, no entanto no índice estão os nomes dos poemas lá contidos para que a navegação seja mais fácil e assim podem também identiificar mais rapidamente os que são mais recentes.

Podem ver as novidades aqui.

 

Deixo-vos com um dos poemas novos.

 

À beira rio

 

Esperei à beira rio
por um beijo teu
que nunca chegou,
um abraço teu
que nunca senti.

Esperei à beira rio
por ver os teus olhos
apenas uma vez mais.
Esses olhos cor de mel
que me enfeitiçaram
no primeiro segundo
em que para eles olhei.

Fiquei só e abandonada
a olhar para o rio
que fora cristalino um dia,
no dia em que te conheci.
Agora a água turvou
com as muitas lágrimas
que deitei por sentir a falta
dos teus beijos,
do teu abraço,
da tua presença.

Qui | 08.04.10

Ó professora...não me faça isso!

Há coisas que um prof não devia dizer quando um aluno está distraído e apanha a aula no meio. Imaginem lá que eu que já li o livro base para a cadeira e agora ando a ouvir uma repetição do que lá está, decidi deixar a minha mente divagar e sonhar com as minhas férias no Gerês que teimam em não chegar. A determinada altura oiço a prof dizer algo mais ou menos assim: "há um professor aqui ao lado que tem aulas mais giras e dá notas melhores" já estava quase a saltar da cadeira quando percebi que ela estava a dar um exemplo relacionado com qualquer coisa do 25 de Abril e o mundo caiu-me em cima da cabeça. Ora eu já quase em estado de felicidade pura, fiquei mais desiludida do que o FCP quando levou com aqueles 4-0.

Há coisas que um prof simplesmente não devia dizer numa aula...

Qui | 08.04.10

FB...AI!

Parece que  além do FBI temos agora o FBAi, ou é isso ou a prof de Museus não consegue pronunciar isto em inglês. Estive quase para perguntar qual das duas seria, mas achei melhor não o fazer não fosse ela achar pouca piada à brincadeira e ser eu a lixar-me. Em vez disso ponho aqui e rezo para que ela não leia...

Seg | 05.04.10

Do I have to go now?

E acabaram-se as duas semaninhas sem gramar profs. Não é que sejam más pessoas... mas estar nas salas durante tanto tempo... não sou obrigada a estar lá, mas... mas... não quero ir a exame{#emotions_dlg.cry}.

 

As "férias" até renderam bastante. Acabei de ler uma sebenta, li um livro ("Crime e Sociedade - Portugal na segunda metade do século XIX" de Maria João Vaz), excertos de livros para um trabalho, fui a dois museus (Museu Nacional de Arqueologia e Museu do Oriente), comecei o trabalho sobre o MNA, o trabalho para História Contemporânea da Energia (que me está a dar cabo do juízo) e o trabalho sobre o livro e comecei a ler mais um texto para a frequência de HCE.

Não parece muito, mas ainda é alguma coisa, pelo menos não tenho as leituras atrasadas, pelo contrário, até estão adiantadas (acho eu).

Ao contrário do que muitos possam pensar eu NÃO passei as duas semanas fechada em casa, até nem estive cá muito tempo e acho que no total estive uns 7 dias sem fazer nada xD

Moving on... amanhã já volto às aulas e com avaliação oral. Boa hein? Não é que no meio disto tudo me esqueci de reler a lição para ver se ficava bem preparada? Pois... passou-me um bocado ao lado, li mas não tenho notas tiradas. Vai ser mais uma linda aula onde a menina Alexandra vai acertar kms ao lado da baliza porque não pesca nada disto. Ainda se fosse os EUA ou a Europa... mas nãaaaaaaaaaaao tinha de ser Nasser e outros sítios lá para o fim do mundo {#emotions_dlg.cry}.

 

Deixo-vos nesta última noite de felicidade e liberdade (condicional, porque ainda tenho de tirar notas do raio da lição) com esta música que ADORO intitulada "Can I go now?" (percebem a ironia/piada??)

 



Qui | 01.04.10

De esperanças

Pois é, soube hoje que estou à espera de uma menina que nasce lá para meados de Setembro. A barriga ainda não se nota muito, mas em breve já não vai dar para disfarçar.

Não foi planeado, mas agora que se sabe eu e a minha namorada estamos muito felizes por este pequeno milagre.

O pápá também está muito feliz, só ainda não se conformou que eu tivesse passado para o outro lado do campo depois de ter estado com ele, mas pronto, é a vida.

Espero que tenham um bom resto de dia que aqui em Loures chove a potes.

Beijinhos

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