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Folha em Branco

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Sab | 04.09.10

Pelas ruas de Lisboa

Só tenho uma hora de almoço, mas durante 60 minutos é possível passear pelas ruas da capital. Obviamente não posso ir muito longe, mas com umas calças de ganga, uma t-shirt que mais parece uma tenda (este L parece um XXXXXXXXXXXL), uns ténis e uma mochila às costas o perto parece longe.

Saí da exposição e fui com o meu hamburguer no pão numa mão e um pacote de sumo na noutra. Andei completamente à nora. Vi coisas muito engraçadas, homens estátua, homens invisíveis (não tirei fotos porque as mãos estavam ocupadas com a comida), homens a vender óculos de sol, homens a vender brinquedos e homens a vender droga. Vi prédios velhos, vi lojas, vi cafés cheios de gente e outros cheios de mesas vazias. Esplanadas com lagostas turistas, vi autocarros de dois andares e outros verdes com lagostins turistas a tirar fotografias. Quando dei por mim estava na hora de regressar à exposição que a hora de almoço estava a acabar.

Mas foram 60 minutos a ver ruelas pequenas e fechadas e zonas abertas e cheias de vida. Na cidade de Lisboa temos de tudo em espaços paralelos, basta olhar para os dois lados quando chegamos a um cruzamento e escolher o caminho a seguir para descobrir o que iremos encontrar na rua ao lado.

É assim que gosto de andar, ténis, mochila às costas com mantimentos e deixar o mapa em casa. Perder-me numa cidade que vou redescobrindo aos poucos e no fim sentar-me num sítio qualquer a ver as pessoas a passar...

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