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Eish título maior que um comboio...

ESC2017.png

 

Atrasada mas sempre a horas hoje partilho com vocês o concurso de cosplay da ESC 2017.

Organizado pela Liga Steampunk de Lisboa, alguns aceitaram o desafio e apresentaram ora personas, ora cosplays em palco.

Não foram assistir? Aqui fica tudinho com direito a vencedores e tudo :)

 

 

Parabéns à Tatiana Valada que ganhou o primeiro lugar :)

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publicado às 20:40

steammusic.png

 

Tal como na literatura, a música steampunk pega nos temas, imagética e estética e transporta-os para a sua "área".

música parece ser intemporal e vintage mas nunca contra a modernização tecnológica.
Existem bandas que mostram claramente a intenção de criar música steampunk enquanto outros se fazem valer apenas do factor estético.
Alguns dos nomes que podem procurar são: Abney park, ArcAttack, The Clockwork Quartet, The Dresden Dolls, Dr. Steelers, Humanwine, The James Gang, The Lisps, Rasputina e Voltaire.
 
Temos sons para todos os gostos mas confesso que, para mim, os melhores são os que nos contam histórias.
Se não conhecem aventurem-se e conheçam este género que alia um pouco de todas as áreas em que o steampunk se manifesta ;)
 
Deixo-vos com a minha banda favorita ;)
 

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publicado às 14:00

Steampunk: Mas quem é o pai da criança?

por Pantapuff, em 08.06.17

steampunk_quem.png

Dizer que Verne e Wells são os pais do steampunk é um erro comum e facilmente perdoado quando se é novo nestas andanças. A verdade é que apesar de terem influenciado em parte alguns autores que surgiram depois, nunca nenhum deles pensou sequer neste conceito: steampunk. Hoje neste post vamos ver a cronologia dos acontecimentos...

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Quando estes nossos amigos morreram não pensavam propriamente em retro futurismo mas sim no avanço da tecnologia. 

Mas então de onde vem este conceito? K. W. Jeter foi quem o introduziu mencionando-o numa carta escrita à revista Locus em Abril de 1987... uns bons anos depois dos nossos amigos terem deixado de escrever...

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Seguindo a lógica... se são pais deveriam estar presentes... ou pelo menos ter feito algo de forma activa para o nascimento deste bebé, não?

Claro que não podemos negar que a sua escrita influenciou estes primeiros autores de steampunk, no entanto isso não significa que sejam pais do género ou então seriam pais de tudo e um par de botas que se faz hoje em dia.

Os créditos devem ser dados aos primeiros autores e a todos os que se seguiram trazendo o steampunk para a realidade através de várias formas de arte que abordaremos em posts futuros.

 

Mas o que é o steampunk?
O dicionário de Oxford ajuda-nos um pouco a simplificar a explicação: A genre of science fiction that has a historical setting and typically features steam-powered machinery rather than advanced technology.
 
Para quem não lida habitualmente com a malta de FC pode parecer um conceito complicado de compreender, é uma viagem ao passado com tecnologia inspirada no futuro e onde o vapor é rei.
 
 
Curiosos para ler um pouco? Aqui ficam algumas sugestões, umas mais conhecidas, outras menos e muitas provavelmente já conhecem mas não associavam ao steampunk.

bookss.PNG

 

 

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publicado às 21:15

Estará o Steampunk morto em Portugal?

por Pantapuff, em 16.05.17

steampunk_1.png

"Li um livro..."

"Vi um filme que..."

"Ouvi uma música no YouTube..."

"Vi uma fotografia de uma convenção estrangeira..."

 

Estas são algumas das frases que todos dizemos antes de começar a investigar o que é o Steampunk. Este subgénero de Ficção Científica que ultrapassou barreiras e começou a ser um género por si só. Um estilo de retro futurismo que obriga qualquer steampunker a estudar e a investigar, até porque esse espírito curioso faz parte de cada um que o abraça. Livros, filmes, música, as mais variadas artes que se fundem e abraçam uma estética diferente.

Em Portugal este movimento veio por vias da literatura, depois da estética, depressa começou-se a associar ao cinema, música, ...

A Clockwork Portugal foi o primeiro grupo organizado que começou a dinamizar e a formar uma comunidade. Organizaram a primeira ESC (Euro Steam Con) portuguesa, mas ao fim da segunda edição a organização não conseguiu continuar... O grande foco era a educação, isto é, divulgar o género e mostrar às pessoas mais do que livros. Chegou a moda, uma forma de vestir e criar personagens, um pouco ao estilo do cosplay mas não como tal.

Outros eventos como o Fórum Fantástico foram de extrema importância na divulgação do género tendo acolhido palestras sobre o tema. Pequenas publicações como a Nanozine, ou autores independentes que faziam auto publicações contribuíram para a divulgação. Desde cedo que a comunidade portuguesa conseguiu ligar-se a autores estrangeiros que a apoiavam através de entrevistas, artigos ou opiniões e isso ajudou a que esta crescesse ainda mais.

Mas... quem lia continua a ler, quem via filmes continua a ver e as músicas continuam sempre nas playlists... só que as pessoas mudaram. A pequena comunidade seguiu o seu caminho, deixaram de organizar a ESC, de dar palestras ou fazer vlogs... a Corte do Norte apareceu então e tentou dinamizar o steampunk pegando no projecto deixado pela Clockwork Portugal, mas a vida nem sempre permite que as coisas avancem e hoje são um grupo que comparece em alguns eventos. Fazem também alguns updates na sua página de facebook, mas com os entraves desta plataforma as coisas nem sempre passam para a maioria do público.

Grupos aqui e ali e ocasionais palestras com grandes pontapés no Wells e Verne que desgraçados já têm os nomes gastos devido ao uso incorrecto.

O Steampunk parece ter as horas contadas em Portugal. Uma comunidade que não cresce e pouca divulgação tem, fora coisas pontuais e de cariz mais lúdico que educativo. Parece estar mais focada na parte estética que ainda confunde alguns conceitos. O que um steampunker percebe outra pessoa confunde por não saber bem as coisas.

 

E porque após os eventos é já quase hábito receber perguntas relacionadas com "cosplay" steampunk (tema a desenvolver em breve) começa então uma longa série de posts dedicados a este género que atravessa tantas áreas. Vou pegar novamente nas notas que costumava usar para a universidade e algumas palestras que dei e vou escrever... tudo desde A a Z.

 

E voltando ao início... estará o Steampunk morto em Portugal?

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publicado às 00:18

Interview: Shelley Adina

por Pantapuff, em 08.11.16

Olá a todos, Hoje temos uma entrevista a Shelley Adina. Desta vez o post não está em português, no entanto se quiserem é só comentar lá em baixo na caixinha que farei a tradução :)

 

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Today I have the pleasure to post an interview to one of my favourite Steampunk authors: Shelley Adina! (Official website)

 

Your books aren’t translated to Portuguese, so many people don’t know much about you outside the steampunk community. Can you please tell us about who you are?

Thank you for hosting me on the blog!

I’m Shelley Adina, a transplanted Canadian now living in Silicon Valley, California, with my husband and a flock of 11 rescued chickens. I’m a member of the adjunct faculty of the Master of Fine Arts in Writing Popular Fiction program at Seton Hill University [https://www.setonhill.edu/academics/graduate-programs/writing-popular-fiction-mfa/], a low-residency program in Pennsylvania. The MFA is the terminal degree on the arts side, so it’s a little like a Ph.D. without the “Doctor.”

I began writing when I was 8, and wrote my first novel at 13, but didn’t start writing seriously for publication until 1991. After five unsuccessful “practice” manuscripts, I earned a degree in Literature, and made my first full-length sale—my thesis—to Harlequin in 2002. I went on to earn my MFA, and that was the beginning of a career that has seen 35 published novels so far.

 

You write a lot, but it seems that Steampunk is the genre you like more. Why?

I’ve loved steampunk since the 1960s, when in North America there was a TV show called Wild Wild West. In it, Secret Service agents crossed the country in a tricked-out train doing spy work for the President. As children we would act out the episodes ourselves and I always liked the character who invented the devices. I got my start early!

The thing I like best about this genre is the creative freedom it gives a writer. If you can imagine it, you can write it. I can set Venice on a giant clockwork that keeps the neighborhoods moving around each other. I can have a rifle that fires lightning bolts. And I can have female characters who shake off the Victorian rules for ladies and live life on their own terms and according to their own skills.

 

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The Magnificent Devices series already has 10 books. Do you plan on writing more?

This, apparently, is The Series That Will Not End. But I do have an end point for it, really. There are two more books in Gloria Meriwether-Astor’s arc (her trilogy begins with Fields of Air, and afterward come Fields of Iron and Fields of Gold). After that, I will content myself with novellas about characters I haven’t explored yet, perhaps. I’m sure Peony Churchill must be getting into trouble somewhere.

 

Have you ever thought about a new steampunk series?

It takes every brain cell I have to write this one! :)  But it’s always possible. I love the genre too much to leave it just yet.

 

“A lady of resources makes her own luck.” Do you also follow this motto?

I certainly do. Or in other words, “Luck is where preparation meets opportunity.” I firmly believe that we create our own destiny, and if a woman has the internal resources, she can make anything of herself that she wants to. I think this philosophy may be part of the reason that people like the books. If a character can be cast out in the streets and still make something of her life because she believes in herself and in other people, then maybe there is hope.

 

In your opinion, what are the characteristics of a steampunker?

Don’t you love it that steampunk offers something for everyone—for costumers, for makers of devices, for interior designers, for authors, for musicians? The common characteristics, of course, are a love of history (or a history we wish had happened) and creativity. I like the “maker” philosophy and the sense of wonder that the Victorians had about technology. For them, no matter how fantastic, technology was about making life better, and they seemed to have no boundaries in their imagination of gadgets and gizmos to accomplish that. Whether these things actually worked in the physical world or not, the point was that someone could think of it, and as I said, the only limit was the imagination. Writing a book is a little like that!

Steampunkers have something to say—about society, about gender roles, about human ability. The “punk” element is what sets the literature, at least, apart from either fantasy or historical fiction. It’s subversive, it’s critical, and the reader ought to come out of it both greatly entertained and a little bit changed.

Thanks for allowing me to visit—it’s been fun!

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publicado às 09:12




Alexandra Rolo | Pantapuff

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Nascida em 1989, em Lisboa e com uma infância marcada por demasiados filmes de ficção científica é formada em História Moderna e Contemporânea (ISCTE-IUL), História Religiosa (FLUL) e Gestão Cultural (ISCTE-IUL). Conhecida online enquanto Pantapuff, é blogger desde 2005 e tem colaborado em diversos projectos online, normalmente ligados às áreas da literatura (fantástica e FC) e da internet. Hoje faz do online a sua vida, trabalhando como gestora de redes sociais. Youtuber, bookworm, cosplayer, nerd, Potterhead e Whovian assumida é normalmente vista de phones, telemóvel, iPad e Kindle. O seu maior medo é ficar sem bateria ou perder o acesso à internet.




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