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Interview: Shelley Adina

por Pantapuff, em 08.11.16

Olá a todos, Hoje temos uma entrevista a Shelley Adina. Desta vez o post não está em português, no entanto se quiserem é só comentar lá em baixo na caixinha que farei a tradução :)

 

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Today I have the pleasure to post an interview to one of my favourite Steampunk authors: Shelley Adina! (Official website)

 

Your books aren’t translated to Portuguese, so many people don’t know much about you outside the steampunk community. Can you please tell us about who you are?

Thank you for hosting me on the blog!

I’m Shelley Adina, a transplanted Canadian now living in Silicon Valley, California, with my husband and a flock of 11 rescued chickens. I’m a member of the adjunct faculty of the Master of Fine Arts in Writing Popular Fiction program at Seton Hill University [https://www.setonhill.edu/academics/graduate-programs/writing-popular-fiction-mfa/], a low-residency program in Pennsylvania. The MFA is the terminal degree on the arts side, so it’s a little like a Ph.D. without the “Doctor.”

I began writing when I was 8, and wrote my first novel at 13, but didn’t start writing seriously for publication until 1991. After five unsuccessful “practice” manuscripts, I earned a degree in Literature, and made my first full-length sale—my thesis—to Harlequin in 2002. I went on to earn my MFA, and that was the beginning of a career that has seen 35 published novels so far.

 

You write a lot, but it seems that Steampunk is the genre you like more. Why?

I’ve loved steampunk since the 1960s, when in North America there was a TV show called Wild Wild West. In it, Secret Service agents crossed the country in a tricked-out train doing spy work for the President. As children we would act out the episodes ourselves and I always liked the character who invented the devices. I got my start early!

The thing I like best about this genre is the creative freedom it gives a writer. If you can imagine it, you can write it. I can set Venice on a giant clockwork that keeps the neighborhoods moving around each other. I can have a rifle that fires lightning bolts. And I can have female characters who shake off the Victorian rules for ladies and live life on their own terms and according to their own skills.

 

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The Magnificent Devices series already has 10 books. Do you plan on writing more?

This, apparently, is The Series That Will Not End. But I do have an end point for it, really. There are two more books in Gloria Meriwether-Astor’s arc (her trilogy begins with Fields of Air, and afterward come Fields of Iron and Fields of Gold). After that, I will content myself with novellas about characters I haven’t explored yet, perhaps. I’m sure Peony Churchill must be getting into trouble somewhere.

 

Have you ever thought about a new steampunk series?

It takes every brain cell I have to write this one! :)  But it’s always possible. I love the genre too much to leave it just yet.

 

“A lady of resources makes her own luck.” Do you also follow this motto?

I certainly do. Or in other words, “Luck is where preparation meets opportunity.” I firmly believe that we create our own destiny, and if a woman has the internal resources, she can make anything of herself that she wants to. I think this philosophy may be part of the reason that people like the books. If a character can be cast out in the streets and still make something of her life because she believes in herself and in other people, then maybe there is hope.

 

In your opinion, what are the characteristics of a steampunker?

Don’t you love it that steampunk offers something for everyone—for costumers, for makers of devices, for interior designers, for authors, for musicians? The common characteristics, of course, are a love of history (or a history we wish had happened) and creativity. I like the “maker” philosophy and the sense of wonder that the Victorians had about technology. For them, no matter how fantastic, technology was about making life better, and they seemed to have no boundaries in their imagination of gadgets and gizmos to accomplish that. Whether these things actually worked in the physical world or not, the point was that someone could think of it, and as I said, the only limit was the imagination. Writing a book is a little like that!

Steampunkers have something to say—about society, about gender roles, about human ability. The “punk” element is what sets the literature, at least, apart from either fantasy or historical fiction. It’s subversive, it’s critical, and the reader ought to come out of it both greatly entertained and a little bit changed.

Thanks for allowing me to visit—it’s been fun!

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publicado às 09:12

A Lady of Resources
Magnificent Devices #5
Shelley Adina

 

Goodreads

 

Podia ser pior... o facto de Claire não estar tão presente podia ter sido um aspecto negativo mas afinal não. Este novo volume da série Magnificent Devices tornou-se um pouco mais interessante que os anteriores. Suspeito que o grande ponto positivo seja o facto de não ter passado o tempo a ler propostas de casamento e de vidas felizes a uma moça que quer é estudar e passear pelo mundo a construir engenhocas com o grupo de putos ranhosos que retirou das ruas e educou de forma a que fosse possível apresentá-los como gente...

A série deu um salto entre o último volume e este. As gémeas têm agora 16 anos e completaram o liceu de forma brilhante mas mesmo assim uma delas acha que ainda não perdeu o jeito de roubar coisas dos bolsos das pessoas (mas não aprenderam nada na escola!?).

As confusões são mais que muitas e os mal entendidos não são menos mas a curiosidade levou a melhor e acabei por ler um livro em que tinha muito pouca esperança de que fosse bom... Não estou a dizer com isto que é um bom livro. Dá para ler e passar o tempo mas continua a não fazer justiça ao que Shelley Adina nos prometeu nos dois primeiros volumes da série...

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publicado às 23:48

Brilliant Devices [Magnificent Devices #4]

por Pantapuff, em 12.04.14

Brilliant Devices
Magnificent Devices #4
Shelley Adina

Goodreads

 

 

Isto vai de mal a pior... se o terceiro já foi fraco este então bate no fundo do poço e questiono-me se o próximo vai fazer um buraco no chão para passar...

O primeiro terço do livro é a coisa mais entediante à face da terra, depois fica mais animado e no fim é back to snoozeville... 

Basicamente temos Claire e os putos numa viagem que não é mais que uma tentativa de escapar ao casamento arranjado a que seria forçada antes de completar os 18 anos de idade. Mais uma série de azares, aventuras e novos amigos para a nossa personagem principal que começa a sentir saudades dos vestidos bonitos e corpetes.

Agora tenho medo de começar o quinto livro... e vocês já leram algum desta série?

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publicado às 13:57

Magnificent Devices
Magnificent Devices #3
Shelley Adina

 

Goodreads

 

Tal como reza a lenda, o terceiro volume de uma série é fraquinho e infelizmente este é.
Temos então o Magnificent Devices, o terceiro volume da série de Shelley Adina que pouco ou nada acrescenta à história que estamos a acompanhar. 
Claire ganhou um ar de donzela em constante perigo por estar constantemente em well... perigo o que tornou a leitura aborrecida e quase penosa. Na verdade só terminei de ler o livro ontem porque não me apetecia estar na sala a ver o jogo do Benfica e na cozinha a televisão não estava num canal interessante. Se não fosse isso acho que ainda estava a meio.
Bom, a moça vai então a caminho das Américas para tentar escapar ao seu casamento, sendo acompanhada pelo seu grupo de criancinhas. Voltamos a tropeçar em personagens conhecidas e o livro termina de forma a deixar o leitor curioso o suficiente para avanaçar para o quarto volume.

De uma forma geral é uma boa leitura, mas não tão interessante como as duas anteriores... vamos lá ver o que vai acontecer em Brilliant Devices.

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publicado às 19:16

Top 2013 - Os meus amores deste ano

por Pantapuff, em 30.12.13
Fiquei completamente apaixonada pela trilogia da Suzanne Collins. A escrita e a história é viciante e não consegui largar os livros antes de terminar a última página do terceiro volume...
 
A menina Alexia Tarabotti é a minha soulless favorita. Sempre de sombrinha a jeito, não tem problema algum em espetar sopapos em quer que seja. Falta-me apenas ler o último livro que vai ser uma das leituras obrigatórias de 2014. =)
 
Mais uma colecção Steampunk a marcar o ano. Esta da autoria de Shelley Adina e que me deixou a salivar por mais e mais. A autora mostra-nos dois lados de uma sociedade baseada nas aparências...
 
Por fim, não podia deixar fora do meu top o terceiro e último volume das aenturas de Dog Mendonça e Pizzaboy. Foi uma leitura que me trouxe as lágrimas aos olhos de tanto rir.

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publicado às 19:44



Alexandra Rolo | Pantapuff

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Nascida em 1989, em Lisboa e com uma infância marcada por demasiados filmes de ficção científica é formada em História Moderna e Contemporânea (ISCTE-IUL), História Religiosa (FLUL) e Gestão Cultural (ISCTE-IUL). Conhecida online enquanto Pantapuff, é blogger desde 2005 e tem colaborado em diversos projectos online, normalmente ligados às áreas da literatura (fantástica e FC) e da internet. Hoje faz do online a sua vida, trabalhando como gestora de redes sociais. Youtuber, bookworm, cosplayer, nerd, Potterhead e Whovian assumida é normalmente vista de phones, telemóvel, iPad e Kindle. O seu maior medo é ficar sem bateria ou perder o acesso à internet.


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