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Os últimos são os primeiros

por Pantapuff, em 24.11.15

Há quem diga que é justiça divina, outros pegam nas forquilhas e sentem-se enganados. Afinal de contas de que vale votar quando o gajo que ganha afinal perde e quem perde vira Primeiro-Ministro?

Apenas quem vive numa caverna acha toda esta situação estranha.

Não tenho por hábito comentar política, até porque aprecio conversas inteligentes e não bitaites ao estilo do correio da manhã. No entanto acompanho de perto o que se tem passado no nosso país... tem sido uma aventura digna de um livro épico, tem dado para rir, para ter nojo, para ter vergonha e até mesmo curiosidade.

Sim, estou curiosa para ver onde é que isto vai parar... duvido que este seja o fim da história.

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publicado às 23:27

Nada melhor depois de um dia daqueles fazer o resumo dos destaques das notícias:


- Poliamor como alternativa à monogamia (porque não existe celibato, poligamia, ...)
- Prostituição: noções básicas para a profissionalização (será que já existe um Prostituição para totós?)
- Mais um chumbo do TC (you evil little people)
- O PM não tem dinheiro para comer bacalhau (pobre do moço)

 

Quem precisa de ver stand-up quando tem os nossos jornais?

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publicado às 22:11

Querido PM... amigo o caraças

por Pantapuff, em 26.12.12

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publicado às 19:52

Decidi fazer uma pausa para beber meio litro de café e enquanto o degustava apeteceu-me ir à pesca da página do senhor Pedro. Achei tanta piada à página que decidi clicar no Like.

Esta é a minha parte favorita, o senhor é então a entidade responsável por aqueles textos de Termos e Condições que nos aparecem nos programas e que nós nunca lemos.

Reserva-se o direito de retirar desta página os comentários que, pelo seu conteúdo, sejam ofensivos, insultuosos ou constituam um incentivo à violência ou violação de regras e princípios fundamentais

Eu enquanto portuguesa sinto-me ligeiramente insultada com o que o senhor tem dito e escrito, posso alegar isso e pedir que se retire do governo, facebook e quem sabe, deste plano de existência?
Fiquei com algumas questões em relação a esta publicação:

Saltando a palavra Amigos...
Claramente o senhor só confirma que o nosso governo não é português já que só se dirige aos outros e nunca se inclui no grupo para o qual falam E os sacrifícios ainda não terminaram... Eu nos últimos dois anos tenho lido um bocadito sobre sacrifícios e acho que devíamos adoptar uma religião como oficial, uma que permita realizar alguns tipos de sacrifícios humanos (é só uma ideia).

No parágrafo a seguir já todos temos feito sacrifícios, não sei quem é o "todos" porque não os oiço a queixar-se muito dos seus cortes (exceptuando aquela dos 10 mil euros não dar para pagar as contas, mas lá está, são uma raça à parte, talvez alien, temos de investigar, alguém tem o número dos MIB?) 
Como cidadão e como pai (...) esta história não acaba assim. Como cidadã e como filha, como tia, como prima, como pessoa, etc... acredito que esta história não acabe assim até porque vejo coisas como: continuaremos, hoje, amanhã e enquanto for necessário a sacrificar.
Continuaremos quem? Eu? O meu pai? Os que trabalham e recebem menos? Ou o senhor coelho que se for apanhado ainda fazem dele um guisado?

Pedro, Pedrinho, vou-te contar uma história: eu quando era pequenina deram-me 100 escudos e aprendi uma coisa: se os gastasse não podia comprar mais nada. Se tivesse de castigo e não me dessem os 100 escudos não podia comprar um kit kat na escola e era menos um que se vendia. Era menos dinheiro para a escola e menos para o fornecedor e menos para a empresa que os fazia. Logo era menos para os empregados, menos para os pais darem aos filhos que menos podiam comprar... vês? É um ciclo vicioso. Mais tarde, numa aula de economia (tu deves saber o que é economia certo? Parece que tiraste um curso disso e tal) aprendi que ter 100 escudos para comprar alguma coisa chamava-se poder de compra e que se não tivesse poder de compra não podia comprar (para uma explicação básica é favor voltar a ler a história dos 100 escuudos e do kit kat).
Estás a tirar-me os 100 escudos mas eu estou de castigo porquê?

Obrigada Pedrinho,

Alexandra 

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publicado às 17:02

Portugal estrangeiro

por Pantapuff, em 15.12.10

O governo deve ser estrangeiro. Passam o tempo a dizer que os portugueses têm de fazer um esforço.

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publicado às 21:15



Alexandra Rolo | Pantapuff

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Nascida em 1989, em Lisboa e com uma infância marcada por demasiados filmes de ficção científica é formada em História Moderna e Contemporânea (ISCTE-IUL), História Religiosa (FLUL) e Gestão Cultural (ISCTE-IUL). Conhecida online enquanto Pantapuff, é blogger desde 2005 e tem colaborado em diversos projectos online, normalmente ligados às áreas da literatura (fantástica e FC) e da internet. Hoje faz do online a sua vida, trabalhando como gestora de redes sociais. Youtuber, bookworm, cosplayer, nerd, Potterhead e Whovian assumida é normalmente vista de phones, telemóvel, iPad e Kindle. O seu maior medo é ficar sem bateria ou perder o acesso à internet.


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