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Aparências

por Pantapuff, em 17.08.14


As aparências iludem e nunca devemos julgar um livro pela capa. Cada um tem um pequeno segredo escondido dentro de si. Dependendo de onde estou alguém acha que deve opinar sobre quem sou: responsável, sem sentido de humor, divertida, maluca, adulta, infantil, geek, nerd, weirdo, envergonhada, snob, ... (e nomes menos bonitos)

A verdade é que sou um pouco de tudo e são poucos os que me conhecem. Passem uma semana comigo e vejam-me a cair de sono, de mau humor aos berros com quem aparece à frente, a fazer cara de má e sobrevivam a isso. Melhor ainda, façam-me rir e deixem-me ser quem sou. Os amigos sabem que não bato bem da pinha, a malta com quem trabalho também já percebeu isso e ainda não morreram.

A vida é demasiado curta para me preocupar com aparências ou com o que os outros pensam de mim. Acham que sou má? Ok azar o vosso. Acham que sou fofa? Porreiro porque eu sou um docinho de pessoa (a não ser que me lixem o juízo).

As pessoas gostam de mandar bitaites sobre a vida pessoal dos outros e é algo com que todos temos de aprender a viver, no entanto não quer dizer que temos de nos ralar com isso. 

A partir do momento em que comecei a mandar pessoas à fava passei a ser muito mais feliz. Como diz o outro: Don't worry, be happy.

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publicado às 13:21

Lições de vida

por Pantapuff, em 08.03.14

A família somos nós que a fazemos.

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publicado às 14:26

Ler, pensar, escrever, criticar

por Pantapuff, em 02.02.12

Ler, pensar, escrever.

Três coisas aparentemente simples mas que nem todos fazem nos seus blogs de crítica literária.

Quando se pega num livro, além de o ler, uma pessoa deve pensar sobre o que está a ler. Este é um exercício que a prática acaba por fazer com que, eventualmente, seja algo tão simples como... ler um livro. 

A personagem principal está bem trabalhada? A acção é clara? A escrita é acessível, fluída? A edição do texto foi boa ou precisaria de uns retoques? A história faz lembrar outras que já li ou é algo de original? As restantes personagens como são? O ritmo é bom, lento, rápido demais? As descrições são demasiadas? etc.

São perguntas básicas cujas respostas vamos encontrando ao longo das páginas e que devem ser feitas aquando a preparação de uma crítica ou resenha.

Crítica, a palavra que tantos temem não é um bicho de sete cabeças. É uma resposta fundamentada: Isto é bom pois... Não é bom porque... Isto é uma perda de tempo, dinheiro e papel devido ao facto de...

Talvez por isso seja mais fácil dar uma opinião genérica já que dissecar um trabalho dá... trabalho. Ler um livro em dois dias, chegar ao fim e dizer que é giro é um luxo que nem todos temos, não por obrigação ou hábito, mas porque se torna quase impossível de o fazer.

Provavelmente é essa razão pela qual alguns bloggers são criticados, chamados de snobs ou outras coisas menos agradáveis. Vivemos uma época em que lançar um livro é um feito (mesmo que para isso se tenha assaltado um banco e não seja possível encontrá-lo em livrarias) e não se pode falar mal ou apontar os erros porque os pobres prodígios literários ficam tristes e ofendem-se. Mas como é que uma pessoa aprende se à sua volta só lhes dão palmadinhas nas costas e dizem que é digno de um nobel?

Quando se decide começar a opinar a escrita de outros temos também a obrigação de saber escrever sem a ajuda do corrector automático do word, saber usar os acentos e a construir frases.

 

E pronto esta é a minha opinião.

 

 


P.S.: 

crítica (feminino de críticos. f.

1. Análise, feita com maior ou menor profundidade, de qualquer produção intelectual (de natureza artística, científica, literária, etc.). = APRECIAÇÃO
2. Capacidade de julgar.
3. [Figurado]  Opinião desfavorável. = CENSURA, CONDENAÇÃO
crítica textualdisciplina consagrada ao estudo e resolução dos problemas concernentes à fixação e edição de textos, sobretudo literários, e também designada por ecdótica.

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publicado às 18:56

Cultura helenística

por Pantapuff, em 26.09.11

Vejo-me grega para perceber o latim.

 

 

P.S.: de volta às ocasionais noitadas whoohoo!

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publicado às 00:57

Farda

por Pantapuff, em 28.06.11

Ir à despensa e comer uma sandes, abrir uma caixa e enfardar chocolates como se não houvesse amanhã. Comer favas com entrecosto ao lanche e ervilhas com ovos ao jantar, sandes de carne para o pequeno-almoço uma tosta para a companhar com um copo de sumo. Ir à gelataria e pedir um swirl de chocolate e morangos e comer pipocas enquanto se vê o filme.

Correr sim mas só atrás do autocarro, levantar pesos sim mas só a mochila.

Ser feliz e não me ralar com a celulite que atormenta a vida de outros...

Desligar a televisão e ser rebelde... ler um livro sobre vampiros. Não fumar, ir desenhar, não ir às compras, fazer uma caminhada por Lisboa. 

Vestir uma mini saia daquelas como as dos animes e um top decotado com umas sabrinas a condizer. Olhos e unhas pintados de escuro e lábios vermelhos. Cabelo preso com um laço bonitinho.

Sair com rapazes e falar mal das raparigas, sentar-me ao colo do meu amigo e beber uma cerveja. Ir a um restaurante all you can eat e conversar sobre tudo e terminar o dia com um café. Ir cedo para casa e ver uma série de sci-fi na cama de solteira enquanto se fala por sms com os amigos cujas conversas são sempre intermináveis.

 

Levantar-me e vestir a farda mutilada, reduzir a maquilhagem e pôr o enigmático sorriso para que os do mundo dos arco-íris sejam felizes de viver na ilusão do mundo criado por mim.

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publicado às 22:05



Alexandra Rolo | Pantapuff

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Nascida em 1989, em Lisboa e com uma infância marcada por demasiados filmes de ficção científica é formada em História Moderna e Contemporânea (ISCTE-IUL), História Religiosa (FLUL) e Gestão Cultural (ISCTE-IUL). Conhecida online enquanto Pantapuff, é blogger desde 2005 e tem colaborado em diversos projectos online, normalmente ligados às áreas da literatura (fantástica e FC) e da internet. Hoje faz do online a sua vida, trabalhando como gestora de redes sociais. Youtuber, bookworm, cosplayer, nerd, Potterhead e Whovian assumida é normalmente vista de phones, telemóvel, iPad e Kindle. O seu maior medo é ficar sem bateria ou perder o acesso à internet.


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