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Steampunk: Mas quem é o pai da criança?

por Pantapuff, em 08.06.17

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Dizer que Verne e Wells são os pais do steampunk é um erro comum e facilmente perdoado quando se é novo nestas andanças. A verdade é que apesar de terem influenciado em parte alguns autores que surgiram depois, nunca nenhum deles pensou sequer neste conceito: steampunk. Hoje neste post vamos ver a cronologia dos acontecimentos...

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Quando estes nossos amigos morreram não pensavam propriamente em retro futurismo mas sim no avanço da tecnologia. 

Mas então de onde vem este conceito? K. W. Jeter foi quem o introduziu mencionando-o numa carta escrita à revista Locus em Abril de 1987... uns bons anos depois dos nossos amigos terem deixado de escrever...

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Seguindo a lógica... se são pais deveriam estar presentes... ou pelo menos ter feito algo de forma activa para o nascimento deste bebé, não?

Claro que não podemos negar que a sua escrita influenciou estes primeiros autores de steampunk, no entanto isso não significa que sejam pais do género ou então seriam pais de tudo e um par de botas que se faz hoje em dia.

Os créditos devem ser dados aos primeiros autores e a todos os que se seguiram trazendo o steampunk para a realidade através de várias formas de arte que abordaremos em posts futuros.

 

Mas o que é o steampunk?
O dicionário de Oxford ajuda-nos um pouco a simplificar a explicação: A genre of science fiction that has a historical setting and typically features steam-powered machinery rather than advanced technology.
 
Para quem não lida habitualmente com a malta de FC pode parecer um conceito complicado de compreender, é uma viagem ao passado com tecnologia inspirada no futuro e onde o vapor é rei.
 
 
Curiosos para ler um pouco? Aqui ficam algumas sugestões, umas mais conhecidas, outras menos e muitas provavelmente já conhecem mas não associavam ao steampunk.

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publicado às 21:15

The invisible man

por Pantapuff, em 13.10.12

Título: The Invisible Man
Autor: H. G. Wells

Goodreads 

E se conseguissem ficar invisíveis? Whoohoo! Podiam fazer o que quisessem. Esta foi a primeira ideia da personagem principal, mas e depois as consequências? Na rua ninguém vos via e eram pisados, empurrados e teriam de sofrer os efeitos da temperatura no exterior.
É interessante ver a forma como uma pessoa muda ao aperceber-se de que perdeu a sua identidade ao perder a visibilidade no mundo.
Foi uma leitura fácil de fazer e apesar de não ser das histórias mais entusiasmantes do mundo, Wells conseguiu captar bem a minha atenção. Se estão em dúvidas sobre o que ler a seguir aqui têm uma boa opção. 

Sinopse: With his face swaddled in bandages, his eyes hidden behind dark glasses and his hands covered even indoors, Griffin the new guest at The Coach and Horses is at first assumed to be a shy accident-victim. But the true reason for his disguise is far more chilling: he has developed a process that has made him invisible, and is locked in a struggle to discover the antidote. Forced from the village, and driven to murder, he seeks the aid of an old friend, Kemp. The horror of his fate has affected his mind, however and when Kemp refuse to help, he resolves to wreak his revenge.

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publicado às 17:50

Título: A Ilha do Doutor Moreau
Original: The Island of Doctor Moreau
Autor: H. G. Wells

Goodreads

Uma obra que nos dá a conhecer uma personagem que sofre de um complexo de Deus e toda uma crítica social que é intemporal.
Moreau, contestado pelas suas práticas isola-se numa ilha onde leva a cabo operações em animais levando-os a evoluir para um estado quase humano. No entanto apercebe-se de que o seu lado animal continua a tentar regressar mesmo tendo implementado leis que não deveriam quebrar.
Todo o livro foi escrito sob forma de relado pela mão de um homem que chega de uma forma um pouco acidentada àquela ilha de monstros e acaba por ver aquele pedaço de mundo onde quer que vá, mesmo após retornar à "civilização".

Sinopse: In The Island of Dr. Moreau a shipwrecked gentleman named Edward Prendick, stranded on a Pacific island lorded over by the notorious Dr. Moreau, confronts dark secrets, strange creatures, and a reason to run for his life.
While this riveting tale was intended to be a commentary on evolution, divine creation, and the tension between human nature and culture, modern readers familiar with genetic engineering will marvel at Wells’s prediction of the ethical issues raised by producing “smarter” human beings or bringing back extinct species. These levels of interpretation add a richness to Prendick’s adventures on Dr. Moreau’s island of lost souls without distracting from what is still a rip-roaring good read.

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publicado às 21:38




Alexandra Rolo | Pantapuff

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Nascida em 1989, em Lisboa e com uma infância marcada por demasiados filmes de ficção científica é formada em História Moderna e Contemporânea (ISCTE-IUL), História Religiosa (FLUL) e Gestão Cultural (ISCTE-IUL). Conhecida online enquanto Pantapuff, é blogger desde 2005 e tem colaborado em diversos projectos online, normalmente ligados às áreas da literatura (fantástica e FC) e da internet. Hoje faz do online a sua vida, trabalhando como gestora de redes sociais. Youtuber, bookworm, cosplayer, nerd, Potterhead e Whovian assumida é normalmente vista de phones, telemóvel, iPad e Kindle. O seu maior medo é ficar sem bateria ou perder o acesso à internet.




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