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Fui ali à ilha e já voltei

por Pantapuff, em 31.01.17

A semana que passou foi longa... muito trabalho e pouco tempo livre e depois fui aos Açores...

Passei o fim-de-semana em São Miguel e fiquei apaixonada.

Ainda não passei as fotos para o computador, mas não se preocupem que o relato das aventuras está para breve  ;) Para já deixo-vos com um copo de Kima.

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publicado às 21:02

Eu quero é ficar em casa!

por Pantapuff, em 20.01.17

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Ai sexta-feira... o dia de fazer planos para o fim-de-semana... sair com os amigos, compras, passear, ver a luz do sol sem ser pela janela da cozinha... ou então é para ir ao dentista, à osteopata e tratar de ceninhas que não podem ser adiadas... sábado devia ser o dia para rebolar e ser um croquete na minha casa quentinha e em vez disso vou ter de andar a correr de um lado para o outro T_T

Está frio! Não quero sair de casa, mas não posso adiar as marcações, principalmente a osteopata que anda a arranjar o meu ombro direito x.x

 

Passei a semana toda em casa numa relação próxima com o portátil, o pijama e a minha mantinha... e não, não quero sair de casa no fim-de-semana, quero estender esta relação ao sofá e à cama e ficar lá em modo burrito e ser feliz *-*

Pode ser que no domingo consiga realizar este meu desejo... para já vou aproveitar as muitas camadas de roupa que tenho na cama :p

 

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publicado às 20:36

Unbox: Primor | Janeiro

por Pantapuff, em 19.01.17

Mais um mês, mais um pacote!

Aqui fica o vídeo de mais um unbox da Primor ;)

 

Em breve terei um update com as minhas opiniões dos vários produtos :)

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publicado às 21:00

Desta vez a Notícias Magazine pediu-me para falar um pouco sobre coisas Kawaii e qual o impacto das coisas fofas na sociedade actual.

 

Como por vezes apagam os artigos mais antigos vou fazer um maravilhoso copy paste para ficar eternamente aqui no estaminé :p

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Ilustração: Filipa Viana/Who

 

A fofura e a sobrevivência da espécie: tudo ligado

A sociedade está cada vez mais apegada às coisas fofas, como um vício.

E se nem todos gostamos exatamente das mesmas, nem tentamos todos preencher um vazio emocional com elas, diz-nos a ciência que nos sentimos sempre mais felizes e atenciosos ao ver uma fofice. Homens incluídos.

Tantas vezes foi gozada pelas fofices que usa – ténis da Hello Kitty, caneta com pompom, mala de peluche –, que Rita Ferreira quase acreditou ser bizarra. «Confesso que antes me incomodavam as piadas, até porque não ando por aí armada em freak. E quem não gosta não olha, não é assim?», desfere a explicadora de 37 anos. É um facto: sempre adorou coisas fofas. No 5.º ano trocou todas as suas Barbies por um casaco com orelhas, pouco comum na altura. No 7.º ano, um anel de ouro pelas pantufas da vizinha, em forma de coelhos (a mãe zangou-se, mas não desfez a troca). Felizmente para Rita, a sociedade enfrenta hoje uma explosão de fofura que lhe facilita a vida: além de haver mais gente cutchi como ela, estão todos a perder a vergonha de mostrar que o são.

«As coisas fofas – kawaii em japonês – podem ou não preencher um vazio emocional, dependendo da intenção de quem as procura», adianta-se Inês Chiote, psicóloga clínica da Oficina de Psicologia. Por um lado, ao não exigirem tanto como as relações humanas, poderão colmatar alguma lacuna sentida face a si mesmo ou aos outros num mundo pouco empático como o atual: «Uma pesquisa alemã apurou que um terço da população do Japão, o maior exportador mundial de produtos kawaii, não gosta da sua aparência, o que sugere uma possível relação entre a procura desenfreada de fofuras e a falta de autoestima», diz. Por outro lado, o kawaii pode ser «simplesmente uma extensão da nossa forma afetuosa de estar na vida e nas relações interpessoais».

Qualquer que seja o caso, estudos provaram que os centros de prazer do cérebro se excitam diante de algo fofo: o disparo de dopamina é comparável ao de comer chocolate ou fazer sexo, aumentando o desejo de se procurar mais coisas fofas para sentir mais prazer, como um vício. Ter as indústrias de filmes, publicidade e brinquedos a capitalizar este potencial de venda também contribui para o fenómeno. «O que vemos hoje é uma massificação do que já tínhamos há uns anos, agora com maior variedade nas lojas físicas, possibilidade de comprar online a custo mais baixo e adultos a perder a vergonha de usar fofices», justifica Alexandra Rolo, especialista em estudos da cultura e cosplayer (encarna personagens anime em eventos como a Comic Con Portugal, a Iberanime ou o Cosplay World Masters). É oficial: estamos a apropriar-nos da cultura asiática. Nem só o que é americano influencia a juventude.

«A noção de fofo constitui o centro da cultura desenvolvida no Japão, na era do pós-guerra, e invadiu as sociedades ocidentais devido à globalização do consumismo», confirma Ana Cristina Martins, professora de psicologia social no ISPA – Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida. Para falar da perceção de fofura importa remontar aos anos 40 e ao trabalho do etólogo austríaco Konrad Lorenz, que introduziu a noção de baby schema: um conjunto de traços físicos infantis capazes de ativar nos outros a vontade de cuidar. «Estas características são cabeça e olhos grandes, face arredondada, testa alta e proeminente, bochechas rechonchudas, nariz e boca pequenos, corpo roliço, extremidades curtas e gordinhas», enumera, descrevendo justamente os bebés – o parâmetro universal da fofura.

Lorenz partilhava uma perspetiva evolucionista e considerava que o instinto para nutrir quem fosse fofo constituía uma adaptação para assegurar que os adultos cuidariam das suas crias, garantindo a sobrevivência da espécie. «A tendência comportamental humana para reagir de modo positivo ao baby schema existiu desde sempre, faltava ser identificada», sublinha a doutora em psicologia social. Hoje sabe-se que respondemos à fofura não só tratando-se de crianças, independentemente do parentesco, mas também de adultos, animais e objetos com ar adorável. «Deste modo não é difícil compreender as reações favoráveis aos cachorros e gatos bebés, nem a preferência por certas raças como o cocker spaniel», diz. O mesmo se passa com a Hello Kitty, os Minions ou os Pokémons. «São bonecos que possuem muitas das características do baby schema

Alexandra Rolo sente-se particularmente fascinada com as lolitas que nos chegaram do Japão – mulheres (e alguns homens) que se vestem a preceito com folhos, laços, culotes, saias de balão e até perucas para parecerem bonecas de porcelana. No seu caso, admite que ser fã incondicional de fofurinhas terá muito a ver com o facto de as meninas continuarem a ser educadas para se tornarem cuidadoras, com brinquedos, roupas e acessórios mais kawaii que os dos rapazes. «Quando crescemos, acabamos por comprar estes produtos a preços que, muitas vezes, fazem com que sejam pequenos luxos. Tudo porque nos levam de volta à infância, além de serem facilmente incorporados no dia-a-dia de qualquer pessoa que goste de coisas bonitas.»

E sim, é ponto assente: elas reagem mais facilmente às fofices do que os homens, garante a psicóloga Inês Chiote. «Dois estudos realizados por Gary Sherman na Universidade da Virgínia, EUA, relacionando a tendência para se preocupar com o bem-estar alheio e a resposta à fofura, demonstraram ser mais forte essa ligação nas mulheres, que revelam comportamentos físicos de cuidado diante de imagens fofas.» Outra pesquisa de Reiner Sprengelmeyer, da Universidade de Saint Andrews, Escócia, ressalva porém que até mesmo entre mulheres a sensibilidade varia consoante o estado hormonal, personalidade individual e diferenças culturais. Ainda assim, todos nos sentimos mais felizes e atenciosos ao ver algo fofo. Homens incluídos.

«Lá está, quando se trata de coisas que remetem para o nosso lado emocional, deixamo-nos ir. É muito fácil abrir o coração e os cordões à bolsa», explica a designer gráfica Joana Duarte, autora dos famosos dixubos – bonequinhos roliços que ilustra a pedido dos clientes, dotando-os dos pormenores dos retratados: mesmo cabelo, cor dos olhos, sapatos, estilo de roupa, verniz das unhas, o que for. «Os meus dixubos tiveram sempre muita adesão por parte do público feminino. A um nível inconsciente, acho que preenchem um lado nosso mais vazio, carente de ligação e empatia, que mexe com o instinto de proteção. Serem personalizados à imagem de alguém querido só aumenta o sentimento de carinho.»

Bastantes homens pedem-lhe para desenhar o casal, a filha, a namorada, os animais de estimação, mas raramente eles próprios. «Acham os bonecos uma mariquice, embora boas armas de conquista», ri-se a criativa. E isto porque, lá bem no fundo, também eles lhes reconhecem a força inerente às coisas fofas. Um poder tão evidente que investigadores da Universidade de Hiroshima, no Japão, concluíram que ver destas imagens melhora a performance em tarefas que exijam elevada concentração e minúcia, potenciando a interação social. Se um dia o seu chefe o apanhar de surpresa a ver vídeos de gatinhos no YouTube, afirme sem receio estar a aumentar a produtividade no trabalho. A ciência dá-lhe toda a razão.

Uma bolsa que vira coelho
E porque de fofuras está o Japão cheio, a última tendência a correr mundo só poderia ter vindo de lá: um saco de compras com focinho, cor de roedor e orelhas que, uma vez enlaçadas para fechar o conteúdo no interior, formam o que parece ser um coelho (existem quatro versões diferentes). A ideia baseia-se no tradicional furoshiki – uma técnica de embrulho de objetos com lenços de tecido, muito utilizada para embalar presentes – e foi lançada pela marca japonesa Felissimo (http://www.felissimo.co.jp/) a cerca de 23 euros cada uma. Para quê ter as conservas à solta na despensa quando pode acondicioná-las em bichinhos amorosos?


Autoria: Ana Pago
Fonte: Notícias Magazine

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publicado às 17:26

Racismo e Black face no cosplay?

por Pantapuff, em 18.01.17

Já devem imaginar pelo título que a coisa anda azeda mas temos de agradecer aos defensores dos direitos humanos de ocasião.

Vamos começar com uma visita aos dicionários:

Black face:
When white actors would paint their faces black to resemble black people. Accompanied by a performance stereotyping them as buffoons.
The white actor donned blackface for his minstrel show. (Fonte: Urban Dictionary)
 
White wash:
Someone who is looked at as leaving behind or neglecting their culture and assimilating to a white, western culture. (Fonte: Urban Dictionary)
 
Cosplay: 
noun 1. the art or practice of wearing costumes to portray characters fromfiction, especially from manga, animation, and science fiction. 2. a skit featuring these costumed characters. (fonte)
Racism:
noun 1. a belief or doctrine that inherent differences among the various humanracial groups determine cultural or individual achievement, usuallyinvolving the idea that one's own race is superior and has the right todominate others or that a particular racial group is inferior to theothers. 2a policy, system of government, etc., based upon or fostering such adoctrine; discrimination. 3. hatred or intolerance of another race or other races. (fonte)

 

**_**

 

Agora que temos as keywords e as respectivas definições vamos lá então ao tema do dia: racismo e black face no cosplay.
Quem acompanha aqui o estaminé já sabe muito bem o que é o cosplay, que eu faço parte dessa comunidade e que é tudo arco-íris e unicórnios... excepto quando não é. A comunidade gaba-se de aceitar todos sem discriminação, não importa a cor da pele, se são gordos ou magros, altos ou baixos, aviões ou crominhos que passam a vida na cave e só conseguem ver a luz do dia para ir a uma convenção. A verdade não é bem assim... mas hoje vou focar-me na pele e nas muitas tonalidades que esta pode ter...

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fonte: ZonaE

 

Pion Kim, uma cosplayer coreana está a ser o centro das atenções pelo seu cosplay de Sombra. Foram muitos os detalhes que esta cosplayer teve em atenção. Rapou o próprio cabelo e a sobrancelha para ficar o mais parecida possível com a personagem. Faltava um detalhe: ela é branca. Por essa razão escureceu ligeiramente o tom de pele com bronzeador. Ora muitas mulheres fazem isso para parecer mais morenas e não há problema... excepto que aqui esta cosplayer está a ser acusada de Black face. Podem parar aqui para voltar lá acima para rever a definição. Estão de volta? Bora lá então. Ora bem, Black face é algo inaceitável e de cariz racista e associado a sátiras racistas. Aqui o que vemos é uma reprodução fiel de uma personagem e algo que é perfeitamente comum quando se faz cosplay. Se o personagem é azul pintamos a pele dessa cor, usamos perucas, lentes de contacto, usamos maquilhagem e latex para moldar as nossas feições e assim dar vida a uma personagem fictícia... É uma arte. Ao vestir a pele de uma personagem significa que gostamos dela e queremos fazer-lhe justiça, honrá-la e mostrar a todos como a admiramos. Não se está a fazer uma sátira ou a insultar quem quer que seja.

Por outro lado, de acordo com o que tenho lido nas redes sociais e secções de comentários dos diversos sites e blogs que já abordaram este "escândalo", é aceitável alguém de pele mais escura utilizar os mesmos artifícios para parecer caucasiano ou asiático pois estes não são alvo de racismo generalizado.

Agora questiono: então os outros podem ser mais claros e eu não posso ser mais escura? Não temos todos os mesmos direitos?

Acho irónico que a mesma comunidade que está a criticar esta cosplayer é a mesma que acusa alguns cosplayers de white washing por usarem cosplays de personagens de outras etnias sem ter esse tom de pele. Então mas podemos ou não alterar o nosso tom de pele de acordo com a personagem que estamos a representar? Já foram ao cinema ultimamente? Já reclamaram com os actores que usam bronzeador? Se não reclamam com eles porque atacam os cosplayers?

 

Outros falam de apropriação cultural: minha gente vocês comem noodles, assistem a filmes americanos, compram roupa em sites chineses, ouvem música espanhola, comem vacas holandesas e passam férias em Cabo Verde e estão a reclamar de apropriação? Se calhar querem rever aí as prioridades, não?

 

Ironicamente só vejo caucasianos ofendidos com este tipo de situação...

Pessoalmente não vejo mal. "Ahh pois mas tu és uma priviligiada porque és branca!" Dizem os defensores da moral e bons costumes de ocasião. E eu digo-vos "não minha gente", tenho dois dedos de testa (ok mais que a minha é grandita) e vejo cada situação de forma isolada.

O ideal seria isto mesmo, analisar cada situação sem pegar em definições / rótulos e colocar em todo o lado por igual. É assim que a ignorância se espalha (e acho que às vezes é contagiosa).

 

Ao mesmo tempo que toda a situação me irrita, tenho vontade de rir... é que se ela usasse bronzeador por motivos puramente estéticos ninguém iria reclamar de racismo ou apropriação. É moda, certo? Se ela fizesse cosplay de um smurf não ia ofender ninguém porque é uma personagem fictícia... mas a Sombra andou comigo na escola e é vizinha desta malta toda (só pode né?).

Vivemos num mundo cheio de falsos moralistas, donos da verdade e dos bons costumes que continuam a perpetuar ideiais racistas durante a sua luta pela igualdade, que não ser pode igual para todos porque nem todos foram vítimas de discriminação...

 

Se quiserem ver melhor o cosplay brutal podem ver este vídeo. E se tiverem cinco minutinhos aproveitem para ler os comentários dos "lesados" que não percebem o porquê dos caucasianos estarem tão ofendidos (afinal não sou a única).

 

 

E vocês o que têm a dizer?

 

P.S.: se já leram tudo já podem atirar pedras. ;)

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publicado às 21:03


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Alexandra Rolo | Pantapuff

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Nascida em 1989, em Lisboa e com uma infância marcada por demasiados filmes de ficção científica é formada em História Moderna e Contemporânea (ISCTE-IUL), História Religiosa (FLUL) e Gestão Cultural (ISCTE-IUL). Conhecida online enquanto Pantapuff, é blogger desde 2005 e tem colaborado em diversos projectos online, normalmente ligados às áreas da literatura (fantástica e FC) e da internet. Hoje faz do online a sua vida, trabalhando como gestora de redes sociais. Youtuber, bookworm, cosplayer, nerd, Potterhead e Whovian assumida é normalmente vista de phones, telemóvel, iPad e Kindle. O seu maior medo é ficar sem bateria ou perder o acesso à internet.




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